Surfistas engajados por justiça socioambiental

Ecosurfi representa a comunidade do surfe em Brasilia

Ecosurfi representa a comunidade do surfe em Brasilia Ecosurfi representa a comunidade do surfe em Brasilia

Noite do Surfe pelo Social em Itanhaém

Encontro tem como proposta reunir a comunidade do surfe

Encontro tem como proposta reunir a comunidade do surfe Encontro tem como proposta reunir a comunidade do surfe

Projeto faz diagnóstico de áreas potenciais para Ecoturismo

Levantamento aponta atrativos em Itanhaém/SP

Projeto faz diagnóstico de áreas potenciais para Ecoturismo Projeto faz diagnóstico de áreas potenciais para Ecoturismo

Ecosurfi encoraja surfistas a discutir Gestão Costeira

Comunidade do surfe cobra mais atenção com as praias

Comunidade do surfe cobra mais atenção com as praias Comunidade do surfe cobra mais atenção com as praias

Profissionais da Escola Ecosurfi passam por “reciclagem”

Curso de Formação e Atualização de Instrutores de Surfe

Curso de Formação e Atualização de Instrutores de Surfe Curso de Formação e Atualização de Instrutores de Surfe

Semana do Meio Ambiente debate surfe e sustentabilidade

O seminário vai debater o engajamento dos surfistas

O seminário vai debater o engajamento dos surfistas O seminário vai debater o engajamento dos surfistas

Ecosurfi “dropa” no Ibirapuera

Projetos que defendem a biodiversidade foram expostos

Projetos que defendem a biodiversidade foram expostos Projetos que defendem a biodiversidade foram expostos

Programa de voluntariado da Ecosurfi

Visa criar uma rede para o engajamento público

Visa criar uma rede para o engajamento público Visa criar uma rede para o engajamento público

Instrutores da Escola Ecosurfi recebem treinamento

O objetivo do projeto é ensinar técnicas para resgates no mar

Instrutores da Escola Ecosurfi recebem treinamento do Salva Surfe Instrutores da Escola Ecosurfi recebem treinamento do Salva Surfe

“Onde o mar encontra as pessoas” será lançado na Ecosurfi

Documentário traz o panorama das relações humanas com o mar

“Onde o mar encontra as pessoas” será lançado na Ecosurfi “Onde o mar encontra as pessoas” será lançado na Ecosurfi

Vitória contra o projeto Porto Brasil

Terra Indígena é demarcada e restingas são protegidas

Terra Indígena é demarcada e restingas são protegidas Terra Indígena é demarcada e restingas são protegidas

Viva Mata 2011 vai debater surfe e gestão costeira

Debate tem como foco discutir as zonas costeiras

Debate tem como foco discutir as zonas costeiras Debate tem como foco discutir as zonas costeiras

Ecosurfi atua na criação de área protegida em SP

Decreto oficializa a criação do mosaico de UC,s

Ecosurfi atua na criação de área protegida em SP

Oficina vai capacitar em educação ambiental e recursos hídricos


Atualmente um dos maiores desafios de governança é envolver a sociedade nas discussões estratégicas do território, o que é corrente nas diversas áreas da gestão pública, inclusive na gestão dos recursos hídricos.

No dia 17 de dezembro a Ecosurfi vai oferecer uma Oficina de Educação Ambiental e Mapeamentos Participativos em Recursos Hídricos. A atividade é voltada para técnicos da área de meio ambiente, saneamento e recursos hídricos, professores do ensino formal, educadores sociais e demais interessados no tema.

O objetivo da atividade é construir uma percepção da bacia hidrográfica como referencial para o planejamento e a gestão pública, instrumentalizando os participantes em uma metodologia de mapeamento participativo que permita trabalhar a educação ambiental voltada para o tema água sob uma perspectiva crítica, política e transversal.

A partir de uma abordagem dinâmica e prática a atividade tem caráter de vivência e instrumentalização metodológica. Os participantes serão levados a elaborar uma visão crítica da gestão da água sob os princípios da interdisciplinaridade, da transversalidade, da educação ambiental, da sustentabilidade e da gestão participativa a partir de sua própria experiência.

Informações
Quando: 17 de dezembro de 2011 – das 14h às 18h
Local: Sede da Ecosurfi – Rua Maria Deolinda Assunção Salles, 80, Jardim Mosteiro – Itanhaém/SP
Investimento: R$ 40,00 (com certificado digital)
Informações: (13) 3426-8138 ou brunopinheiro@ecosurfi.org

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Nota de Repúdio ao “Oportunismo Político - Partidário” no Movimento Praia Sem Esgoto

Nota de Repúdio ao “Oportunismo Político - Partidário” através do Movimento Praia Sem Esgoto

Itanhaém, 01 de novembro de 2011

A Ecosurfi – Entidade Ecológica dos Surfistas, no uso das suas atribuições legais nos princípios da probidade, impessoalidade e moralidade, vem através desta nota REPUDIAR o uso político/partidário do Movimento Praia Sem Esgoto, o qual esta organização faz parte e coordena o Grupo de Trabalho de Comunicação.

É importante contextualizar. Muitos têm acompanhado a questão da rede de esgoto nas praias, um conflito ambiental de dimensões sociais e ambientais altamente relevantes pelo qual Itanhaém tem sido destaque na imprensa regional e nacional. A tubulação que vez e outra vaza esgoto diretamente na areia das praias sem nem estar 100% conectada à rede, faz parte do Programa Onda Limpa, da SABESP, e está sendo executada por meio do Consórcio Delta-Araguaia e suas sub-empreiteiras.

Além desta problemática mais visível, a obra que propõe resolver o problema de saneamento básico da Baixada Santista vem sendo alvo de muitas outras reclamações. Vazamentos na parte da rede que já foi instalada e falta de informações sobre o empreendimento, superfaturamento, uso de materiais e equipamentos inadequados, além de questões trabalhistas têm sido características do Programa Onda Limpa.

Com todas estas questões borbulhando incômodo e indignação na população, em agosto deste ano surgiu em Itanhaém o Movimento Praia Sem Esgoto. É uma iniciativa de moradores, organizações e órgãos públicos da conservação ambiental da cidade, a saber:

·
  Associação de Amigos do Balneário Gaivota – ASSAGA,
·  Associação Comercial de Itanhaém (ACAI)
·  Ecosurfi
·  IEZ - Instituto Ernesto Zwarg
·  VIVAMAR
· ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade

O movimento está sendo determinante na convergência de atores e segmentos que em geral não se dialogam e, portanto, fundamental para dar peso político ao processo de luta pela retirada das tubulações de esgoto das praias de Itanhaém. E aponta também como oportunidade de promover maior reflexão e participação da população nas questões relacionadas ao planejamento municipal.

Mas nunca um processo de mobilização social acontece de forma tranquila, sem tensões, ainda mais num setor do serviço público onde circula tanto dinheiro e, portanto, é objeto de atenção da imprensa. A experiência de anos de militância e ativismo e de trabalho na área de políticas públicas de juventude, educação, mobilização e meio ambiente da Ecosurfi, vem nos mostrando que quando se fala de política pelas vias tradicionais a lógica do poder ainda insiste em predominar.

Neste caso, o contexto político-eleitoral do município é o palco onde a tensão da “batalha” contra a SABESP pela retirada do esgoto na praia anda lado a lado com outra tensão:
 O DE CAPITALIZAÇÃO POLITICO-ELEITORAL INDEVIDA de um processo saudável de controle social do saneamento básico no  empenhado por várias cabeças e mãos, SEM LIDERES NEM PERSONIFIÇÃO.

Está nota vem a público devido ao desacordo da Ecosurfi com a postura e o fato de PESSOAS E GRUPOS POLÍTICOS que se envolveram com o Movimento Praia Sem Esgoto, com o único e exclusivo intuito, o de se colocar acima do Movimento Praia Sem Esgoto, todas suas intenções político-partidárias em descompasso com a totalidade das pessoas que formam esse coletivo e também contribuem incansavelmente para os resultados e conquistas positivas que o movimento já alcançou.

A vinculação do movimento com alguma corrente partidária colocaria em xeque a seriedade e relevância do Movimento Praia Sem Esgoto. O fato objetivo é que o Movimento Praia Sem Esgoto NÃO é um palanque pessoal para ataques a qualquer grupo político, e sim a ascensão de idéias e preocupações de cidadãos Itanhaenses comprometidos com todos os níveis de sustentabilidade da cidade e região.

No entanto, postulantes a cargos públicos com o claro objetivo de ganhar notoriedade com a população da cidade, vem de forma desacertada tentando criar seu “breve” portfólio político sobre os esforços de dezenas de pessoas dedicadas, que acreditam na união popular para resolver questões públicas.

Estamos assistindo o reverberar de muitas palavras para a população que, “uma ou outra pessoa é a responsável pelas ações contra o esgoto na praia” – QUE É UMA GRANDE MENTIRA! – TODOS JUNTOS SOMOS FORTES.

Estes já operam de forma audaciosa e demonstram o desrespeito com os seus futuros eleitores agindo de má fé e mentindo em público.

Esse desrespeito ao processo, às pessoas e instituições que se envolveram com o movimento fez o que temíamos começar a ocorrer. Em muitos momentos o movimento Praia Sem Esgoto foi descredibilizado justamente porque o relacionavam a interesses eleitorais ao invés de ser credibilizado pela riqueza que representa: a união e mobilização de pessoas e grupos distintos em prol de um bem comum, algo que a cidade de Itanhaém não vê há muito tempo

Em todas as reuniões e apresentações do Movimento Praia Sem Esgoto foi destacado e esclarecido: o movimento não tem nenhum tipo de vínculo partidário, assim como não está posicionado à direita ou à esquerda; contra ou favor do governo local ou qualquer outro grupo político. Sua pauta é simples e direta: a retirada imediata da rede de esgoto das praias da cidade e revisão do projeto local de saneamento básico, com ênfase na participação e no controle social. O governo municipal tem sua parcela de culpa, mas não é o único responsável, pois a obra é da SABESP, do governo estadual, e outros órgãos ambientais também têm sua parte na omissão.

Usar do caso para atacar os governos não ajudaria a resolver nada, pois isto resume a perspectiva do problema para a opinião pública, além do que gerava a impressão de que o movimento tinha sido criado como palanque político.

O Movimento Praia Sem Esgoto se alavancou
 com o trabalho sério e eleitoralmente desinteressado de pessoas dedicadas a uma questão pública importante do município, que está sendo capitalizada com interesses eleitorais de forma injusta e desrespeitosa.

Assim a Ecosurfi da publicidade sobre seus pontos de vista e seu repúdio ao uso do Movimento #PraiaSemEsgoto com cunho político-eleitoreiro e reitera que os fatos descritos nesta nota são de total responsabilidade da instituição.

Direção Ecosurfi
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Ecosurfi faz ação popular contra o esgoto na praia

No dia 30/9 voluntários foram à feira abordar
as pessoas para coletar assinaturas pro abaixo assinado
A Ecosurfi realizará nos próximo sábado (08) uma ação de mobilização do Movimento #PraiaSemEsgoto. A atividade acontecerá em frente ao Satélite Esporte Clube, a partir das 11h da manhã, com o objetivo de sensibilizar a população para a necessidade de rever o projeto de saneamento básico de Itanhaém e retirar o quanto antes a rede de esgoto das praias da cidade.

Um estande será montado e além de poder se informar mais sobre a problemática, as pessoas poderão assinar o abaixo assinado e pintar suas cangas, camisetas e até mesmo fazer cartazes com estêncis com o logotipo e a hashtag do movimento #PraiaSemEsgoto.

O projeto de saneamento básico é integrado, feito com base em uma lógica topográfica. “A retirada dos PVs (Postos de Visita) colocados pela Sabesp na areia da praia pode vir a significar a revisão global do projeto. Elevando o nível do coletor tronco seria preciso elevar também o nível da rede coletora, senão o sistema não funciona”. Quem fala é André Barbosa, gestor de projetos da Ecosurfi.

Itamar Zwarg, durante seu pronunciamento na Audiência Pública sobre o assunto realizado na Câmara Municipal de Itanhaém, lembrou que haveria alternativas para a instalação do coletores. “Nós temos o espaço ao longo da Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, que é um longo corredor até Mongaguá. Temos também a linha do trem. Não é possível que sobrou pra praia”, falou.

“Já tivemos bastante retorno da mídia, mas precisamos continuar fortalecendo a mobilização porque só com pressão popular vamos conseguir alcançar o objetivo do movimento, que é retirar a rede de esgoto da praia e fazer valer o controle social no saneamento básico da cidade”, fala Jairo Adrian, coordenador de mobilização da Ecosurfi e responsável pela organização da ação.

Ação de Mobilização do Movimento #PraiaSemEsgoto
Quando: 08 de outubro, a partir das 11h
Local: Em frente ao Clube Satélite

Leve sua camiseta ou qualquer outro material para pintar a ajudar a divulgar o Movimento Praia Sem Esgoto. Participe!
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Cidadãos lançam Movimento #PRAIASEMESGOTO dia 13/9


O Movimento #PRAIASEMESGOTO fará seu lançamento oficial no próximo dia 13 de setembro, com um ato popular na Praça da Igreja Matriz, no centro de Itanhaém. A data foi definida durante reunião realizada no último dia 5/9, com a participação de representantes de organizações e cidadãos comuns.

Durante o lançamento será aberta palavra ao público, para que se manifeste a respeito da colocação da rede de esgoto na faixa de praia da cidade. Haverá, ainda, distribuição de adesivos e coleta de assinaturas para o abaixo assinado pela retirada imediata da tubulação da areia da praia, evitando os riscos de vazamento que ameaçam a qualidade ambiental e a saúde da população.

Na ocasião o movimento fechou também sua posição perante as propostas da SABESP, de embelezamento dos tubos de cocô. Por unanimidade o grupo não aceita as propostas da empresa, por serem paleativas e desrespeitosas para com a sociedade.

Leia aqui a Nota Pública do MPSE em resposta à SABESP
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Palestra: Desafios da sustentabilidade na perspectiva do Ecoturismo



No próximo sábado (10/09) a Ecosurfi participa do seminário que comemora o primeiro ano de fundação do Instituto Ernesto Zwarg (IEZ), organização não governamental criada em memória a um dos maiores ambientalistas brasileiros do século 20, o itanhaense Ernesto Zwarg.

Na oportunidade a Ecosurfi aborda o tema: “Desafios da sustentabilidade na perspectiva do Ecoturismo”, e vai apresentar o projeto “Plano de Desenvolvimento do Pólo de Turismo Ecológico e Rural de Itanhaém”, que vem estudando o potencial da cidade para se tornar um pólo para a prática do Ecoturismo e Turismo-rural na região.

Para falar sobre o projeto a Ecosurfi vai estar representada pelo dirigente da Instituição, o jornalista João Malavolta, que deve apontar em sua fala as metodologias empregadas na execução do trabalho e como a cidade pode fomentar um cenário favorável para a organização de roteiros voltados a visitação em ambientes naturais.



Programação Seminário Instituto Ernesto Zwarg

Data: 10 de setembro de 2011
Local: SALÃO ACAI (Associação Comercial e Agrícola de Itanhaém)
End: Av. Presidente Vargas, 757 - Centro (Av. da Praia do Centro) - Itanhaém, Brasil

07h30 - Credenciamento

09h – Abertura
- Eliseu Braga Chagas - Presidente da ACAI - Associação Comercial de Itanhaém
- Itamar Ernesto Martins Zwarg - Presidente do IEZ - Instituto Ernesto Zwarg

09h - Cenário Cultural - Gramado do Praião
- Aldeia Indígena Piaçaguera / Nhamandú-mirim - Cantos, danças, encenação teatral - Apresentação do ritual de purificação.

09h45 - Coffee-Break

10h - Painel I – Nelson Navikas
· IEZ – Prof° Renato Navilli - Materiais biológicos como instrumento de educação ambiental
· Ecosurfi ǀ Ecosurfi e os desafios da sustentabilidade
· ICMBio - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - Unidades de Conservação marinhas da região

12h30 - Intervalo para Almoço

14h - Boas Vindas da tarde - Painel II – Endrigo Leone

· Amibra - Associação dos Produtores Rurais da Microbacia Hidrográfica do Rio Branco - Nosso trabalho tem raízes – Engenheiro Agrônomo Odil Vasquez
· AEA - Associação dos Engenheiros e Arquitetos - Implantação de reservas legais de acordo com a Lei 4771/65 – Engenheiro Agrônomo Vinícius Camba de Almeida
· Prefeitura Municipal de Itanhaém – Rafavi – Reciclando a Favor da Vida/ Coopersolreciclando – Roseli Raunaimer da Cunha - Lixo e Cidadania
· Prefeitura Municipal de Itanhaém - Rosana Bifulco / Nicco Lopes - Projeto Rio Itanhaém Lixo Zero

10 de setembro de 2011
Local: UNIDEZ/FAITA

18h30 - Homenagens e Palestras
Coral Vozes de Itanhaém – Cancioneiro do Litoral
Homenagem ao Compositor Bruno Zwarg e

· Homenagem ao Engenheiro Agrônomo Kanae Fujihira
· Prof° Dr. Maurício Waldman - Resíduos Sólidos/ Lixo marinho
· Aires Mauro de Freitas – Industrialização de recicláveis
· IEZ - Prof° Doty Luz - Curta-metragem “Aperreio”

22h - Apresentação Musical - Bruno Zwarg - Piano Mar

11 de setembro – domingo 
Local:
Concentração na ACAI

09h - Impacto Academia - Caminhada ao Sapucaitava

11h - Fruto d'água - Aula de surfe seco - Apresentação da prancha sustentável

12h - Amibra – Kanae Fujihira - Plantio de muda nativa da Mata Atlântica (encerramento)


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Projeto faz diagnóstico de áreas potenciais para Ecoturismo e Turismo-rural

Levantamento aponta atrativos em Itanhaém/SP que podem servir de roteiros para visitantes de toda região

Já está sendo desenvolvido nas áreas no entorno do Parque Estadual da Serra do Mar - Núcleo Curucutu, o “Plano de Desenvolvimento do Pólo de Turismo Ecológico e Rural de Itanhaém”. O projeto é uma realização da Ecosurfi e conta com a parceria da Secretária do Meio Ambiente do Estado através da Fundação para a Conservação e a Produção Florestal e Instituto Florestal.

O trabalho ocorre na zona rural da cidade e está dividido em quatro fases, que vão desde o diagnóstico das áreas para gerar o conhecimento sobre a realidade socioambiental, formação, infra-estrutura, até a criação de uma rede sócio-técnica para fazer a gestão e o acompanhamento de futuros roteiros.

O projeto tem entre seus objetivos permitir a implantação da atividade de visitação em ambientes públicos (Unidade Conservação) e privados (Fazendas), nos limites do município de Itanhaém.


Vale dizer, que além de observar e valorizar todos os aspectos relacionados com o meio natural, cultural e a viabilidade de envolvimento econômico entre a população residente na área, a proposta também possibilitará a criação de políticas públicas para assegurar maior qualidade de vida para os moradores das localidades que estão participando dos estudos.

Nesta primeira etapa (Fase I), que investiga as comunidades localizadas na Sub-Bacia do Rio Branco, pretende-se entender as tradições histórico-culturais, a produção rural e o ambiente em que vivem.

O método da pesquisa acontece mediante a saídas de campo e em ações participativas com entrevistas e análise de documentos, permitindo dentro desse processo o levantamento de informações e mapeamento das “fortalezas” e oportunidades que podem ser criadas nesse contexto.

Mapa da área de estudo
Click na imagem para aumentar

A primeira fase do “Plano de Desenvolvimento do Pólo de Turismo Ecológico e Rural de Itanhaém”, só está sendo possível devido ao apoio do Deputado Estadual Carlos Giannazi .

O projeto ainda conta com o apoio da AMIBRA – Associação dos Produtores Rurais, Pescadores Artesanais e Indígenas de Itanhaém, Prefeitura Municipal de Itanhaém através da Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Departamento de Agricultura e de Turismo, CATI – Coordenadoria de Assistência Técnica Integral, ICMBio – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, FUNAI – Fundação Nacional do Índio.  
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Ecosurfi participa de debate sobre comunicação, juventude e sustentabilidade na PUC/SP


A experiência da Ecosurfi no campo de juventude e meio ambiente será apresentada durante debate na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Na próxima quinta-feira (1º de setembro) o educador e comunicador ambiental Bruno Pinheiro, gestor de projetos da Ecosurfi, participará da mesa "Queremos um mundo melhor? Jovens e Sustentabilidade".

Uma iniciativa de jovens, hoje com 11 anos de experiência, a Ecosurfi tem em suas ações e projetos uma boa representação do significado da expressão "de/com/para juventude". Vale lembrar, com muita inspiração na atuação e reflexões de outros jovens de todo o Brasil articulados na Rede de Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade (REJUMA).

A atividade está sendo realizada pelo Publizitat - Grupo de Estudos em Comunicação Persuasiva da PUC/SP, com organização da Profª Dra. Maria da Conceição Golobovante. O objetivo é debater a percepção dos jovens sobre os problemas socioambientais e o papel da comunicação na mobilização de jovens em torno da causa da sustentabilidade.

Além de Pinheiro, também participarão do debate o voluntário da organização Um Teto Para Meu País, Fernando Conte, o analista de negócios sustentáveis do Banco Santander, Fabio Luiz Guido, e o coordenador do projeto Jovem de Futuro, do Instituto Unibanco, Marcus Jaccoud da Costa. A mediação da mesa será realizada pela Profª Ms. Maria Isabel Birolli.

Informações
Debate: Queremos um Mundo Melhor? Jovens e Sustentabilidade
Quando: 1º de setembro, das 19h às 23h
Onde: Auditório 100, PUC-SP (São Paulo-SP)
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Galera tem mais tempo para mandar fotos ao Concurso "Mata Atlântica, Minha Praia"!

Surfistas e outros moradores das zonas costeiras do Brasil têm agora mais tempo para se inscrever no concurso de fotografia popular que visa fortalecer a participação na proteção do litoral brasileiro.

Está prorrogado o prazo para envio de fotos ao Concurso Fotográfico “Mata Atlântica, Minha Praia!”, iniciativa da Rede de Ecosurfistas pelo Meio Ambiente. Surfistas e outros moradores das zonas costeiras do Brasil podem agora inscrever suas fotos até o dia 8 de setembro.

O número de procura por informações e de inscrições cresceu nos últimos dias do prazo, reflexo da grande divulgação na mídia que ocorreu na semana passada. Veículos como a Envolverde, O Globo, Waves, EcoDesenvolvimento, Adital, entre outros, deram destaque ao concurso.

Assim sendo, a organização do concurso resolveu ampliar o período para inscrição de fotografias, prorrogando-o para 8 de setembro, como já dito acima.

Não perca essa chance! Sua fotografia, além do contribuir com a proteção dos rios e praias, ainda pode lhe render prêmios.

Saiba mais sobre o concurso, clique aqui!
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Concurso fotográfico convida surfistas a registrar desafios ambientais


Surfistas de todo o Brasil estão convidados a participar de uma importante campanha socioambiental. Trata-se do Concurso Fotográfico “Mata Atlântica, Minha Praia”, que em sua primeira edição traz o tema “Desafios da proteção da zona costeira”.

Os participantes que enviarem suas fotografias estarão colaborando com a produção de um mosaico de visões. O objetivo do concurso é reunir fotografias que ajudem a retratar, a partir do olhar dos próprios surfistas, problemas ambientais e ações positivas de cuidado com a Mata Atlântica, seus ecossistemas e rios costeiros.

As 30 melhores fotografias, eleitas pelo Conselho Curador, farão parte de uma exposição itinerante e as 3 melhores eleitas pelo juri popular, por meio do Facebook, serão premiadas.

As inscrições estão abertas até o dia 26 de agosto. A partir de 1º de Setembro acontece a votação pelo Facebook da Ecosurfi. A premiação serão realizada no final de setembro.

O concurso é uma ação da campanha Eu surfo na Mata Atlântica e está sendo promovido pela Ecosurfi – Entidade Ecológica dos Surfistas, no contexto do Movimento Surfe Sustentável, e conta com o apoio do artista Erick Wilson.

Para mais informações, saber como participar e baixar o regulamento, acesse a página do concurso no site da Rede de Ecosurfistas pelo Meio Ambiente.
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Oficina de agricultura urbana

Oficina de agricultura urbana
Como plantar e cuidar de plantas ornamentais, temperos e ervas medicinais, melhor aproveitando os pequenos espaços urbanos para cultivos consumíveis? Na oficina de Agricultura Urbana vamos aprender a criar hortas verticais e canteiros suspensos, tecnologias criativas para o plantio em lugares como casas, apartamentos e outros terrenos cimentados. Ideal para estimular o trabalho e o convívio coletivos, a oficina aborda a Agricultura Urbana como ferramenta para os processos educacionais e na perspectiva do reaproveitamento de resíduos orgânicos e recicláveis. O cultivo é apresentado com intencionalidade educadora, visando a compreensão de como pode funcionar uma sala de aula ao ar livre. Com canos de PVC, galões de água, latões de tinta e outros materiais reaproveitados, vamos aprender estas técnicas criando, na prática, um “corredor verde”.

Objetivo
Criar um corredor verde, promovendo contato com a agricultura em contexto urbano e debater as possibilidades pedagógicas da agricultura urbana na perspectiva da Educação Ambiental.

Público-alvo
Professores do ensino formal e educadores sociais. Ativistas urbanos. Interessados nos temas em geral.

Duração
4 horas (das 14h às 18h)

Conteúdo da oficina (ementa)
Fundamentos e princípios da permacultura e da sustentabilidade
Espaços e intencionalidade educadoras (transversalidade)
Hortas verticais e canteiros suspensos
Drenagem, preparo do substrato, seleção e preparo de mudas, semeaduras etc
Consumo responsável e os 5R's.

Facilitadores
Bruno Pinheiro: Educador e comunicador ambiental, ciberativista, é gestor de projetos da Ecosurfi e atua nos movimentos de juventude e meio ambiente e de educação ambiental brasileiros, trabalhando com os temas políticas públicas de Juventudes, Educação Ambiental, Comunicação e Ciberativismo, Meio Ambiente, Recursos Hídricos.
Marlua Batista: Técnica agropecuária formada pelo CEFET (Bambuí/MG), é estudante de biologia, educadora ambiental da Ecosurfi e atua com mobilização e formação de juventudes para envolvimento e intervenção em processos de políticas públicas.

Investimento
R$ 15,00 para ajuda de custo (vagas limitadas)

Inscrições e mais informações
(13) 3426-8138 ou brunopinheiro@ecosurfi.org
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Ecosurfi encoraja surfistas a discutir Gestão Costeira


Comunidade do surfe de Bertioga cobra mais atenção
no cuidado com as praias.

Sendo um dos municípios mais novos do litoral paulista, a cidade de Bertioga com apenas 20 anos de emancipação política figura com exclusividade na costa brasileira por possuir áreas de Mata Atlântica com sua fisionomia original ainda intocada.

Sabendo desse potencial ecológico e da necessidade de difundir a importância da proteção dessas áreas para a região e o País, aconteceu na cidade, durante as comemorações da semana do meio ambiente (05/06), o seminário da Ecosurfi: “Eu Surfo na Mata Atlântica”, que trouxe a tona para reflexão o conceito de responsabilidade dos surfistas na proteção e gestão das zonas costeiras.

Cerca de 70 pessoas acompanharam a palestra e tiveram a oportunidade de debater temas fortes como: ordenamento da orla, espaços para a participação popular, fiscalização ambiental e protagonismo dos surfistas.

Participaram como debatedores do seminário o oceanógrafo Fabrício Gandini do Instituto Maramar, o Secretário Municipal do Meio Ambiente, Rogério L. dos Santos, o surfista e Campeão Brasileiro de Surfe Universitário Lucas Felipe, o Gestor do Parque Estadual da Serra do Mar / Núcleo São Sebastião e Parque Estadual das Restingas de Bertioga, Edson Lobato, além dos diretores executivos da Ecosurfi João Malavolta e Bruno Pinheiro.

O evento também contou com a transmissão ao vivo pelo canal Tablas TV, que possibilitou ao pessoal de casa a chance de acompanhar os debates pela WEB.

Vale destacar, que ao término do seminário houve o sorteio de uma prancha da Mantra Surf Boards e o vencedor foi o jovem surfista Marcos Vinicius, que participa dos projetos sociais da ONG Boracéia Viva.



Um dia de Surfe na Mata Atlântica

A programação do seminário “Eu Surfo na Mata Atlântica” realizou ações práticas no recém criado Parque Estadual das Restingas de Bertioga - Praia do Itaguaré.

Clinica de surfe, despoluição da praia e da restinga foram algumas das atividades propostas. Com a limpeza da praia cerca de 40 sacos de lixo foram retirados cheios de detritos, que contaminavam a areia e a vegetação do local, totalizando uma estimativa de 500 quilos de resíduos sólidos recolhidos.



Fotos: Mar Frans e Cristiane / www.oguardiaodailha.com


Todas as temáticas que foram trabalhadas no seminário “Eu Surfo na Mata Atlântica”, são vinculadas ao Movimento Surfe Sustentável, uma ação que está envolvendo a comunidade do surfe na Rede dos EcoSurfistas pelo Meio Ambiente.

Saiba mais em: www.surfsustentavel.org.br

O seminário em Bertioga contou com a parceria da Prefeitura Municipal de Bertioga através da coordenação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, SESC-Bertioga, Mantra Surf Boards, Tablas TV, Associação de Skate e Poliesportiva de Bertioga (ASB), Associação de Surf e Poliesportiva de Bertioga (ASSUB), Escola de Surf da Riviera, Escola de Surf Pró Radical, Bola de Neve, Instituto Maramar, Boracéia Viva, O Guardião da Ilha, Monitores Ambientais da Prainha Branca, Revista digital Envolverde – Jornalismos & Sustentabilidade, WWF-Brasil e Fundação Florestal.
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Profissionais da Escola Ecosurfi passam por “reciclagem”



A Ecosurfi esteve presente com os profissionais da Escola Ecosurfi na 13ª edição do Curso de Formação e Atualização de Instrutores de Surf, homologado pela Confederação Brasileira e Federação Paulista de Surf, realizado entre os dia 28 e 27 de maio.

Foram dois dias de muito surf, troca de informações e aprendizado teórico e prático, com a participação de 35 alunos de diversas localidades do Brasil, entre profissionais da área, personalidades do esporte e interessados em conhecer técnicas para ensinar o surf.

No sábado (28), Alexandre Zeni dirigente do Ibrasurf ministrou o conteúdo teórico dando um panorama geral da atividade no Brasil e no mundo, as responsabilidades de um instrutor e suas diversas áreas de atuação, além de discutir a importância da qualidade de ensino neste setor que cresce consideravelmente em todo o planeta.


A segunda parte do programa tratou da história do surf, variáveis naturais, segurança no mar, metodologia das aulas para alunos de diversos níveis e preservação e conscientização sócio-ambiental. Foram discutidas também a Regulamentação das Escolas de Surf e a Legislação aplicada á atividade.

No domingo (29), a turma teve a oportunidade de colocar em prática o aprendizado adquirido, na praia da Enseada, Guarujá. A aula foi realizada num dia de muito sol e altas ondas, com estrutura de apoio oferecida pela Curvão Surf School, dos empresários Bruno e Gilberto Rodrigues.

Para Jairo Adrian coordenador da Escola Ecosurfi, o curso foi uma oportunidade de atualizar seus conhecimentos. “Sempre é importante passar por esses processos de aprendizagem para qualificar o nosso trabalho e desta forma garantir no nosso dia-a-dia aulas com maior diversidade no repertório de atividades para os nossos alunos”.

Todos os participantes foram contemplados com um certificado do Ibrasurf, Confederação e Brasileira de Surf.

Saiba mais sobre a Escola Ecosurfi - Click aqui






Fotos: Bruno Rodrigues
Texto: Ibrasurf
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Semana do Meio Ambiente vai debater surfe e sustentabilidade em Bertioga

Em comemoração ao mês que é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente (5), a Ecosurfi em parceria com a Prefeitura Municipal de Bertioga vai realizar na Casa de Cultura no dia 10/06, o seminário “Eu Surfo na Mata Atlântica”, que integra as ações do Movimento Surfe Sustentável. As atividades estão previstas para ter início a partir das 18hs30.

O seminário tem como proposta debater o engajamento dos surfistas na proteção e cuidado com as Zonas Costeiras e traz como temas centrais para a reflexão: surfe, sustentabilidade e gestão costeira.

Para auxiliar o debate a Ecosurfi conta com a participação dos convidados, o oceanógrafo Fabrício Gandini, especialista a Gestão de Ambientes Costeiros e Marinhos, o Freesurfer e big rider, Alemão de Maresias, que vai falar sobre o surfe no Brasil e Daniel Aranha, engenheiro de produtos que desenvolveu a tecnologia E-board para a fabricação de pranchas com zero impacto ambiental.

Ainda compõe a mesa os surfistas e dirigentes da Ecosurfi, Bruno Pinheiro, que vai apresentar o cenário em que se insere o Movimento Surfe Sustentável e João Malavolta que terá a tarefa de moderar o seminário.

*Todos os participantes do seminário irão concorrer ao sorteio de uma prancha Mantra Surf Boards oferecida pelo shaper Marcus Pereira.

A Casa de Cultura fica na Avenida Thomé de Souza, 130 - Praia da Enseada - Bertioga/SP



Surfistas assumindo suas responsabilidades


Ainda no mesmo final de semana a Ecosurfi promove diversas atividades no sábado (11), na Praia do Itaguaré.

Recentemente criado, o Parque Estadual das Restingas de Bertioga abriga uma das melhores ondas do litoral paulista e possui uma rica biodiversidade ainda semi-intocada, o que torna o lugar um santuário ecológico para a comunidade do surfe.

Para encorajar o conceito de responsabilidade dos surfistas com a proteção da área costeira, serão promovidas diversas atividades no Itaguaré. Limpeza de praia, clínica de surfe para iniciação de jovens e adultos no esporte, roda de conversas sobre juventude, surfe e meio ambiente, confecção de placas para alertar os freqüentadores da área para o cuidado do patrimônio natural e analise perceptiva com uma oficina de fotografia para a identificação do território.

Todas as temáticas a serem trabalhadas no seminário “Eu Surfo na Mata Atlântica”, são vinculadas ao Movimento Surfe Sustentável, uma ação que está envolvendo a comunidade do surfe na Rede dos EcoSurfistas pelo Meio Ambiente. O movimento tem caráter intergeracional, transversal e aglutinador. Toma como documento orientador a ‘Carta de Responsabilidades Humanas’ e traz como fundamentos a cultura de paz, os princípios ecológicos, a noção de sustentabilidade, a participação social, o espírito de coletivo e a atuação em rede.

Neste evento a Ecosurfi conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Bertioga através da coordenação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, SESC-Bertioga, Mantra Surf Boards, Tablas TV, Associação de Skate e Poliesportiva de Bertioga (ASB), Associação de Surf e Poliesportiva de Bertioga (ASSUB), Escola de Surf da Riviera, Escola de Surf Pró Radical, Bola de Neve, Instituto Maramar, Boracéia Viva, O Guardião da Ilha, Monitores Ambientais da Prainha Branca, Revista digital Envolverde – Jornalismos & Sustentabilidade, WWF-Brasil e Fundação Florestal.

Programação:

Dia 10 de junho / Casa da Cultura

18h:30 - Inicio
19h10 – Apresentação do Movimento Surfe Sustentável - (Ecosurfi)
19h40 – Situação das Zonas Costeiras (Fabricio Gandini - Instituto Maramar)
19h55 – Cenário do Surfe Brasileiro (Alemão de Maresias)
20h10 – Tecnologias para um “Surfe Sustentável” (Daniel Aranha / a confirmar) 
20h25 – Roda de conversas (Momento de perguntas)
21h40 – Considerações Finais
22h00 – Coquetel

Dia 11 de junho / Praia do Itaguaré

9h00 – Organização da atividade
9h30 – Inicio
10h00 – Roda de Conversa:  Juventude, Surfe e Meio Ambiente
11h00 – Produção de Placas
12h00 – Lanche
13h00 – Clínica de Surfe
15h00 - Limpeza da praia
16h00 - Encerramento

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Ecosurfi “dropa” no Ibirapuera


Foto: Lucas Conejero

Durante a realização do Viva Mata 2011 na capital paulista, evento organizado pela fundação SOS Mata Atlântica no Parque do Ibirapuera, a Ecosurfi teve a oportunidade de debater o protagonismo dos surfistas no cuidado com as zonas costeiras.

Nos três dias de atividades a organização mostrou seus projetos e campanhas no espaço temático “Costa Atlântica”, que trouxe projetos e iniciativas ligadas à conservação e defesa da biodiversidade da costa da Mata Atlântica, o qual recebeu a visita de milhares de pessoas nas exposições, palestras e oficinas nessa edição Viva Mata.

Na manhã de sábado (21/05), houve a Roda de Conversas - Surf, sustentabilidade e gestão costeira, que foi proposta pela Ecosurfi e contou com a participação dos surfistas convidados, Alemão de Maresias, que é especialista em ondas grandes, Túlio Brandão, colunista do portal Waves e editor do Blog Surf Deluxe, Daniel Aranha, engenheiro de materiais, que desenvolveu a prancha ecológica (E-boards), João Malavolta, dirigente da Ecosurfi, o Biólogo Fábio Motta, coordenador do programa Costa Atlântica da Fundação SOS Mata Atlântica e o artista plástico Erick Wilson, que retrata em suas obras o surf e a vida marinha.

Roda de conversa sobre surfe, sustentabilidade e gestão costeira

O debate permitiu falar sobre cultura surfe e consumo, protagonismo dos surfistas na proteção do meio ambiente e como o mercado capitalista do esporte atua em detrimento dos atletas e profissionais que trabalham com surfe de base (escolas de surfe).

De acordo com João Malavolta o surfe movimenta bilhões de reais no Brasil e os recursos quase nunca voltam em investimentos para formar atletas, patrocinar seriamente eventos e proteger as zonas costeiras.

“Estamos vivenciando uma apropriação da historia e cultura surfe pelo mercado e as empresas ganhando muito dinheiro e devolvendo pouco ou quase nada para o esporte e meio ambiente. Existem apenas campanhas de marketing muito bem elaboradas para criar a falsa impressão que as empresas que trabalham com o surfe são verdadeiras corporações “responsáveis” no trato com o esporte”.

“Como estão invadindo as nossas praias?”

Outra atividade com a participação da Ecosurfi foi o debate, “Quem está invadindo a nossa praia?”, que teve como focalizadores o gestor de projetos da Ecosurfi Bruno Pinheiro, a advogada Erika Bechara, que é professora de direito ambiental dos cursos de graduação e de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e a bióloga Karla Cristiane Pinto, especialista com mestrado na área de saúde ambiental, destacará os impactos antrópicos que comprometem a saúdes das praias.

Durante as apresentações os contextos jurídicos, biológicos e socioambientais foram expostos para o público no panorama: “Como estão invadindo as nossas praias?”.

Debate "Quem esta invadindo a nossa praia

Bruno Pinheiro abordou em sua explanação o conceito de proteção das Zonas Costeiras na perspectiva das Bacias Hidrográficas.

“Todos os rios correm para o mar, e atualmente vemos o déficit que as cidades brasileiras possuem em saneamento ambiental e isso fatalmente atinge todo o sistema costeiro, prejudicando 60% da população brasileira que reside há menos de 100 km da costa, além de comprometer a saúde das praias e oceanos”.

Manifestação contra o novo Código Florestal

Mobilização SOS Florestas marcou último dia do Viva a Mata no Ibirapuera
Mais de mil pessoas lotaram a praça em frente ao Monumento às Bandeiras, para protestar contra as alterações no Código Florestal no sábado (22).

O evento reuniu artistas, políticos como à ex-senadora Marina Silva e os deputados federais Ricardo Tripoli, Paulinho Teixeira e Ivan Valente, o MST e ONGs como a Ecosurfi, Greenpeace, WWF e a SOS Mata Atlântica. A mobilização foi feita para expor opiniões contra as modificações no Código Florestal propostas pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB/SP).







A participação da Ecosurfi no Viva Mata 2011 teve o apoio da



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Papel dos surfistas no cuidado de rios e praias é destaque no Viva a Mata 2011


O uso, ocupação e proteção das praias será tema de debate no Viva a Mata 2011, evento organizado pela ONG SOS Mata Atlântica, que funciona como uma mostra de iniciativas em prol de um dos biomas mais ameaçados do mundo.

Com o tema "Quem está invandindo a nossa praia?", o debate acontecerá no sábado (21), às 15h, em auditório montado na área do evento no Ibirapuera.

O educador e comunicador ambiental Bruno Pinheiro, que é gestor de projetos da Ecosurfi e um dos coordenadores do Movimento Surfe Sustentável, participará da roda de conversas. Ele abordará o papel das populações residentes na zona costeira no cuidado com a praia, a partir da mobilização da comunidade surfe.

“Os rios conectam as praias à Mata Atlântica e o mar, que banha as praias, conecta cada cidade, cada praia de nosso litoral. Este mosaico interliga as comunidades costeiras, demandando ações integradas por parte dos surfistas e outros atores”, fala o educador ambiental.

O contexto jurídico da utilização das praias também é foco da discussão e será apresentado pela advogada Erika Bechara, que é professora de direito ambiental dos cursos de graduação e de pós graduação da Pontifícia Univerdade Católica de Sâo Paulo (PUC-SP). Além disso, a bióloga Karla Cristiane Pinto, especialista com mestrado na área de saúde ambiental, destacará os impactos antrópicos que comprometem a saúdes das praias. Quem facilitará a discussão é o biólogo Fabio Motta, coordenador do Programa Costa Atlântica, da ONG SOS Mata Atlântica.

Além do debate “Quem está invadindo a nossa praia?”, a Ecosurfi estará presente também na roda de conversa “Surfe, sustentabilidade e gestão costeira”, que acontecerá também no sábado, mas às 11h da manhã. Participarão desta conversa o jornalista e gestor de comunicação da Ecosurfi, João Malavolta, o jornalista Tulio Brandão, o surfista profissional Alemão de Maresias e o shaper Daniel Aranha.

Saiba mais sobre o Viva a Mata 2011.
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Viva Mata 2011 vai debater surfe e gestão costeira


Debate tem como foco discutir o papel dos surfistas

na proteção das zonas costeiras

Celebrando o mês em que é comemorado o Dia Nacional da Mata Atlântica (27/05), a Fundação SOS Mata Atlântica realiza a sétima edição do Viva a Mata – mostra de iniciativas e projetos em prol da Mata Atlântica. O evento acontece no Parque do Ibirapuera entre os dias 20 e 22 de maio.

Aberto ao público das 09hs às 19hs, o Viva a Mata tem como objetivo promover a troca de informações e experiências entre os que lutam pela conservação deste Bioma, realimentar o movimento ambientalista, sensibilizar, informar e conscientizar a sociedade.

ONGs que atuam em diversas regiões com projetos pela conservação da Mata Atlântica participarão do evento por meio de exposições, palestras, debates, estandes temáticos, oficinas, peças de teatro, maquetes interativas, atividades com voluntários, entre outras manifestações, tudo gratuito. Em 2010, mais de 80 mil pessoas visitaram a exposição.

Atuando desde o ano 2000 em projetos e ações voltadas para o envolvimento dos surfistas nas causas ambientais, em especial na proteção das zonas costeiras, a Ecosurfi juntamente com o programa Costa Atlântica da Fundação SOS Mata Atlântica irá promover no Viva Mata 2011 a “Roda de Conversas” sobre Surfe, sustentabilidade e gestão costeira.

Reconhecendo a relação entre Surf e Meio Ambiente, bem como a relevância do engajamento dos surfistas em prol da conservação dos ambientes marinhos o debate vai ter como objetivo reunir profissionais e organizações que possam apresentar e discutir junto ao público suas experiências, ações em curso e visões sobre a temática proposta.

Para participar da atividade foram convidados surfistas profissionais, fabricantes de pranchas, especialistas na área ambiental, além de profissionais envolvidos com a mídia surfe, tudo para elevar o nível do debate e proporcionar para o público boa qualidade nas informações sobre o tema proposto - Surfe, sustentabilidade e gestão costeira .

Trazendo suas experiências como Surfista Profissional (freesurfer, tow surfer e big surfer), especialista em ondas grandes e tubulares, Edilson Luis da Assunção, o Alemão de Maresias vai falar do universo do surfe e sobre sua paixão e respeito pelos oceanos.

“O Surfe é uma conexão profunda de respeito e sintonia com o mar. A natureza azul é o seu elemento. O fogo que mantém aceso a sua obstinada busca por ondas gigantes e perfeitas pelos mares do planeta”. (Alemão de Maresias)

Compondo a roda de conversas e trazendo as sua bagagem do mundo das “Plainas” para o público, o surfistas e shaper Daniel Aranha vai apresentar a tecnologia “E-boards”, que desenvolveu para fabricação de parafinas, pranchas e quilhas com zero impacto ambiental.

Respeitado em toda a mídia surfe por artigos, prêmios e matérias que focam: comportamento, meio ambiente e cultura surfe, o Jornalista Túlio Brandão que atualmente assina artigos no Portal especializado em surfe Waves, também fará parte da conversa.

Para facilitar e animar a Roda-de-Conversa “Surf, Sustentabilidade e Gestão Costeira”, a Ecosurfi propositora do debate, estará participando com o dirigente e coordenador do Movimento Surfe Sustentável, João Malavolta, que vai trazer conhecimentos dessa atuação em rede e suas impressões sobre os impactos ambientais e meios de enfrentamento da crise ambiental global.

Fechando o time dessa atividade, o Biólogo e coordenador do programa Costa Atlântica da Fundação SOS Mata Atlântica, Fabio Motta, vai participar como focalizador e moderador do tema proposto.

O debate será realizado no sábado (21/05/2011) das 11:00h às 12:30h na dependências do Palco do caminhão.
Confira a programação do Viva Mata 2011
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Vitória contra o projeto Porto Brasil


Terra Indígena é demarcada e restingas são protegidas
na Baixada Santista


Os povos indígenas brasileiros asseguraram novas conquistas no mês em que é comemorado o “Dia do Índio” (19/04). Em reunião com lideranças indígenas, o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, assinou as Portarias Declaratórias de três terras indígenas (TIs) – a declaração reconhece a posse permanente da área por sua população indígena.

Os atos foram assinados durante reunião do ministro com indígenas da Comissão Nacional de Política Indigenista (CNPI), da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e da Coordenação das Organizações dos Povos Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab).

As áreas declaradas são a TI Jatayvari, do povo Guarani Kaiowá, no município de Ponta Porã, Mato Grosso do Sul; a TI Passo Grande do Rio Forquilha, do povo Kaingang, nos municípios de Cacique Doble e Sananduva, Rio Grande do Sul e a TI Piaçaguera, do povo Guarani Nhandéva no litoral do Estado de São Paulo.

A Terra Indígena do Piaçaguera que fica entre as cidades de Itanhaém e Peruíbe, foi alvo de muitas disputas e especulações nos últimos três anos.  Tudo isso, decorrente da possível vinda do empreendimento Porto Brasil, projeto da LLX Logística S/A, do empresário Eike Batista.

Na época o projeto portuário era proclamado como o “maior da América Latina”, e isso chamou a atenção do País todo para o litoral paulista e levantou questões sobre os impactos socioambientais negativos em toda a região de abrangência que o empreendimento iria compreender.

Impactos na área marinha e terrestre
Entre eles estaria: mudança na dinâmica e nas características físico-químicas das águas; aumento da turbidez, o que diminui a capacidade de fotossíntese dos organismos marinhos; mudança nas características do bentos marinho (fundo), o que reflete em toda cadeia de alimentação das comunidades de peixes e aves; contaminação das águas pelo processo de dragagem da areia para obtenção do calado; destinação da areia dragada; desequilibro das áreas de produção pesqueira; mudanças da paisagem e poluição do ar.

O empreendimento teria um retro-porto, onde a LLX pretendia construir o Complexo Industrial Taniguá, e também sofreria muitos danos se o empreendimento desse certo. O terreno é considerado a maior extensão de floresta de restinga do litoral sul, que forma um corredor de biodiversidade entre a faixa de praia e o topo da Serra do Mar, abrigando animais que estão na lista dos mais ameaçados de extição, como o papagaio-de-cara-roxa – que figura na lista vermelha de espécies em risco de desaparecer -, gavião-pombo-pequeno, sabiá pimenta, puma, anta e macaco-prego, além de possuir uma flora com a fisionomia original semi-intocada.

Índios expulsos de suas legitimas terras?  
Durante os esforços da empresa LLX Logística S/A para adquirir a área, que historicamente é um dos primeiros aldeamentos registrados no Brasil e, apesar da característica nômade dos indígenas, o espaço nunca deixou de abrigar esta etnia, meios questionáveis foram empreendidos pelos representantes de Eike Batista para expulsar os indígenas da área.

Oferta de “outras terras” e promessa de altos salários foram apenas alguns dos argumentos utilizados pelos funcionários da LLX para aliciar os Tupi-Guaranis, como moeda de troca, caso deixassem suas terras.

ONGs, FUNAI e MP enfrentam o mais rico 
empresário do Brasil

Unidos no ideal de manter os povos tradicionais em suas terras e respeitar toda sua cultura e etnia, ONGs ambientalistas da Baixada Santista aliadas a FUNAI, Universidades e atuando junto com o Ministério Público (MP), desencadearam dezenas de ações para conseguir impedir que fosse aberta uma grande ferida na Mata Atlântica e que populações originais do Brasil como essas, fossem expulsas do seu lar para dar espaço a um projeto que traria danos socioambientais sem precedentes em toda a região da Baixada Santista e litoral sul.

Entre os maiores esforços institucionais realizados para que a TI Piaçaguera fosse demarcada e que o projeto Porto Brasil não saísse do papel está à organização a MONGUE – Proteção ao Sistema Costeiro, liderado pelo ambientalista Plínio Melo e a FUNAI, através do seu representante regional Cristiano Hutter.

Com ações na justiça, participação efetiva em fóruns e congressos sobre o tema, levando sempre os pontos conflitantes do projeto Porto Brasil para o debate, e ciência popular, o empenho desse “movimento” que também contou com a participação efetiva da Ecosurfi foi vitorioso com a demarcação da TI no último Dia do Índio, 19 de abril.

A Portaria Declaratória é a aprovação, por parte do Ministério da Justiça, dos estudos realizados pela Funai. Depois de declarada, a terra indígena passa pelo processo de demarcação, e segue para posterior homologação pela Presidência da República.

Mosaico de textos por: Fabrício Ângelo, Cristiane Prizibisczki e Assecom Ecosurfi e FUNAI

Diário Oficial da União

A TERRA INDÍGENA É DOS INDÍGENAS. PIAÇAGUERA ESTÁ
DEFINITIVAMENTE PRESERVADA.

CONSIDERANDO os termos dos pareceres da FUNAI, julgando improcedentes as contestações opostas à identificação e delimitação da terra indígena, resolve:

Nº 500 - Art. 1º Declarar de posse permanente do grupo indígena Guarani Nhandeva a Terra Indígena PIAÇAGUERA com superfície aproximada de 2.795 ha (dois mil setecentos e noventa e cinco hectares) e perímetro também aproximado de 38 km (trinta e oito quilômetros), assim delimitada: GLEBA A: Superfície: 643 hectares, aproximadamente, Perímetro: 14 km, aproximadamente. NORTE: partindo do Ponto 01, de coordenadas geográficas aproximadas 24º15'35"S e 46º56'35"WGr., localizado na faixa de domínio. Leia mais


Fotos de parte do movimento pela Demarcação da TI Piaçaguera

Pagé Guaira

Cacique Pitoto'

Repercutindo na grande mídia  

Manifestação em audiência publica em Peruibe/SP

Audiência Publica  em Peruibe/SP 

Protesto Ecosurfi no Parque do Ibirapuera/SP 

Protesto Ecosurfi no Parque do Ibirapuera/SP  

Apoio da Banda Tribo de Jah contra o Porto Brasil 

Protesto na Assembléia Legislativa de SP 

Protesto na Assembléia Legislativa de SP  

 Protesto na Assembléia Legislativa de SP 
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Nota sobre o Código Florestal


Em tramitação no congresso, a votação das alterações no Código Florestal brasileiro foi adiada para a próxima terça-feira.

O adiamento só foi obtido após os movimentos sociais e ambientalistas questionarem a manobra feita pela bancada ruralista aprovar a toque de caixa o relatório do deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), e de uma série de reuniões entre ministros e líderes de bancadas.
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Ecosurfi trabalha tema água em capacitação para jovens de Cajamar

No dia 7 de abril a Ecosurfi ministrou a segunda de oito oficinas da Formação de Multiplicadores em Sustentabilidade, que está capacitando cerca de 50 adolescentes de 14 a 18 anos do Programa de Jovens da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica da cidade de Cajamar, que fica na sub-bacia hidrográfica Juqueri-Catareira, no Alto Tietê, e tem como rio principal o Rio Juqueri.

O grupo de jovens vai facilitar projetos de
educação ambiental nas escolas de Cajamar 
A oficina foi ministrada pelos educadores ambientais André Barbosa, Bruno Pinheiro e Marcus de Souza Ferreira. Com o tema “Água Boa: jovens educando jovens”, o objetivo foi trabalhar a noção de bacia hidrográfica a partir da própria realidade dos participantes da atividade e compartilhar a experiência da Rede de Escolas Cuidando da Água.

Com uma animação que exemplifica de forma didática a ocupação de uma bacia hidrográfica e a partir da análise dos mapas oficiais da cidade, usados na elaboração do Plano Diretor, os jovens debateram sobre o contexto hídrico de Cajamar a partir dos usos prioritários da cidade e da distribuição populacional pelo território, em comparação com o alcance das redes de abastecimento de água e coleta de esgoto.

A água, como transversal a tudo e todos, é um dos elementos mais propícios para o desenvolvimento de iniciativas integradas.  Uma bacia hidrográfica é um território drenado por um um rio principal e seus afluentes e subafluentes, delimitados pelos topos de morros e serras, chamados de “divisores de águas”. Assim, trabalhar sob a perspectiva da bacia hidrográfica significa ter como referenciais aspectos naturais no processo de organização, fator fundamental na busca da sustentabilidade.

A Formação de Multiplicadores em Sustentabilidade acontece de 6 a 15 de abril e tem a coordenação da organização não governamental ituana Caminho das Águas. Além do tema água, as oito oficinas temáticas abordam também assuntos como permacultura, juventude e participação, internet e ciberativismo, participação e controle social, entre outros.

O ciclo de oficinas integra o projeto Formação de Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida nas Escolas (Com-Vidas), executado pelo Departamento de Meio Ambiente da Prefeitura de Cajamar com recursos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO). Os adolescentes participantes atuarão como facilitadores das Com-Vidas, efetivando os princípios jovem educa jovem, jovem escolhe jovem e uma geração aprende com a outra.

Veja abaixo um videoclipe da atividade:

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