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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Grupo de jovens faz campanha contra mudanças climáticas em Itanhaém

Por Bruno Pinheiro (Ecosurfi)

Durante uma semana, um grupo de jovens ambientalistas da cidade de Itanhaém, no litoral sul de São Paulo, realizou uma ação de apoio à campanha internacional “TicTacTicTac – Hora de Agir pelo Clima”. Com idades que variam de 10 a 16 anos, a Ecogaler@, que tem apoio da ONG Ecosurfi, realizou ações de ciberativismo local. Por meio do blog deles e do Orkut, pulverizaram informações da campanha entre amigos, parentes, professores etc. E no sábado, dia 14 de novembro, realizaram duas intervenções.

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Na parte da manhã, agitaram a etapa do Circuito Municipal de Surfe. Percorreram toda a extensão da Praia dos Pescadores e da Praia dos Sonhos abordando competidores, turistas e moradores. Em apoio à iniciativa, a locução do evento reforçou os efeitos negativos das mudanças climáticas. Já à tarde o local da ação foi a Praça Narciso de Andrade, no centro de Itanhaém. Distribuíram material informativo, adesivos, broches e conversaram com as pessoas. Explicaram, sensibilizaram e conseguiram coletar 590 assinaturas para a campanha “TicTacTicTac”.

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A menos de 20 dias da 15ª Conferência das Partes da Convenção sobre Mudanças do Clima das Nações Unidas, a COP-15, a sociedade está cada vez mais mobilizada para cobrar metas claras e concretas para a redução da emissão de gases do efeito estufa das lideranças políticas de todo o mundo.

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Apesar de posições conservadoras e perigosas para toda a vida no planeta, como a do presidente norte-americano Barack Obama, afirmando que os EUA não aceitarão metas, a plataforma mínima da GCCA (Campanha Global de Ações pelo Clima, na sigla em inglês) vai cobrar, por exemplo, que sejam estabelecidas “metas e mecanismos para que, antes de 2020, se inicie a trajetória descendente das emissões globais de gases do efeito estufa”. Já o governo brasileiro, no dia 13 de novembro assumiu globalmente a meta de reduzir suas emissões num intervalo de 36,1% a 38,9% num intervalo de 20 anos.

A COP-15 acontecerá em Copenhagen, na Dinamarca, de 7 a 19 de dezembro, e espera-se que, de lá, saiam avanços políticos sérios para o enfrentamento do aquecimento global após o fracasso do Protocolo de Kyoto.

E você, já assinou o abaixo assinado da Campanha TicTacTicTac – Hora de Agir pelo Clima? Ou vai puxar o bico?

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Começam articulações para Caminhada Metropolitana da Água 2010

Ecosurfi e CBH mobilizam prefeituras da Baixada Santista para uma das maiores campanhas da região. Depois da Caminhada da Água, escolas vão mapear a Baixada Santista sob a ótica dos recursos hídricos


Por Bruno Pinheiro (Ecosurfi)

Esta semana a Ecosurfi apresentou o projeto “Rio do Nosso Bairro” para cinco prefeituras da Baixada Santista. No dia 16, a prefeita de Peruíbe, Milena Bargieri, abriu seu gabinete no Paço Municipal para a conversa. No dia 17, a ONG Estação da Cidadania, de Santos, recebeu a reunião. Nas ocasiões, a Ecosurfi esteve com representantes das cidades de Peruíbe, Praia Grande, Santos, São Vicente e Cubatão. Também participaram das reuniões integrantes da Comissão Especial de Educação e Divulgação do Comitê de Bacia Hidrográfica da Baixada Santista (CE/ED-CBH/BS) e do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), parceiros do projeto.

A Prefeitura Municipal de Peruíbe também é parceira do projeto “Rio do Nosso Bairro”. A cidade vai recepcionar o lançamento da VIII Semana Metropolitana da Água e também a Caminhada da Água 2010. A expectativa, a princípio, é da Caminhada contar com 4 a 5 mil alunos de toda a região. Para a prefeita Milena Bargieri, para o município é ótimo receber ações positivas. “Iniciativas deste tipo agregam valor e divulgam a cidade de forma positiva. Faremos tudo o que for possível para a Caminhada da Água 2010 ser inesquecível”, falou entusiasmada.

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Na reunião de Peruíbe, além da prefeita da cidade, participaram também a secretária municipal de Educação, Oneide Ferraz Alves, o diretor municipal de Meio Ambiente, Marcelo Gonçalves, e o diretor municipal de Cultura, Ayrton Modolo. Além deles, a representante da Secretaria de Educação de Praia Grande, Cristiane Evaristo também esteve presente.

Já em Santos, participaram representantes das Secretarias de Educação de Santos e São Vicente, além de integrantes da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), de Cubatão.


Todos receberam bem a proposta, que vai trabalhar educação ambiental voltada para o saneamento ambiental em todos os nove municípios que abrangem a bacia hidrográfica da Baixada Santista. “A Semana e a Caminha Metropolitana da Água já são tradicionais tanto para o Comitê de Bacia como para a região. Para 2010 a Ecosurfi é nossa parceira e teremos algumas novidades, estendendo as atividades durante dez meses”, disse Francisco Costa, coordenador da CE/ED-CBH/BS.

O projeto “Rio do Nosso Bairro” acontecerá de fevereiro a dezembro de 2010, com financiamento do Fundo Estadual de Recursos Hídricos. Ele começará com a VIII Semana e a V Caminhada Metropolitanas da Água, uma das maiores mobilizações da região, de 15 a 22 de março. Posteriormente, trabalhará com quatro escolas por município para a elaboração de mapeamentos socioambientais participativos até novembro, quando acontecerá a Conferência Metropolitana Infanto-Juvenil de Escolas Cuidando das Águas da Baixada Santista.

A idéia é aprofundar a experiência e a sensibilização conquistada com as Semanas da Água anteriores e fortalecer as políticas públicas de educação ambiental. “Vamos formar professores, produzir e registrar métodos de trabalho, teremos uma Comunidade Virtual e publicaremos um livro no final do projeto, com os aprendizados das escolas, de cada professor envolvido. Estamos mirando no médio e no longo prazos”, comenta o gestor de planejamento do projeto “Rio do Nosso Bairro”, André Barbosa.

O projeto começa apenas em fevereiro de 2010, mas as articulações estão sendo adiantadas em função das questões burocráticas. Nas próximas semanas a Ecosurfi vai buscar contato com as prefeituras que não participaram das reuniões, além de se reunir também com outras instituições da sociedade civil.

O projeto “Rio do Nosso Bairro” conta com financiamento do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro) do Governo do Estado de São Paulo. E tem parceria da Comissão Especial de Educação e Divulgação do Comitê de Bacia Hidrográfica da Baixada Santista (CE/ED-CBH/BS), do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) e da Prefeitura Municipal de Peruíbe.

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Surfista, proteja seu playground

Por: Leandra Gonçalves / Greenpeace

Brasil, país tropical, repleto de exuberantes belezas naturais, possui uma das maiores zonas costeiras e uma diversidade regional e cultural de causar inveja.

O brasileiro tem uma ligação com o mar como poucos povos têm. São mais de 8.600 quilômetros de costa, quase 4 milhões de quilômetros quadrados de água, a grande maioria dessa área admirada pela população, que até enfrenta grandes congestionamentos para conseguir um lugar ao sol e um pedacinho de areia.

Contudo, não podemos dizer que na cabeça do brasileiro a proteção dos nossos mares é considerada emergencial. Ao olhar para o mar, ele está lá, sempre azul, o que faz com que as pessoas acreditem que ele possui capacidades infinitas e inesgotáveis de se recompor e permanecer naquele azul pacífico de sempre.

Não é, infelizmente, o que acontece na realidade. A gestão da zona costeira brasileira está longe de estar entre as prioridades governamentais e enfrenta grandes dificuldades de implantação e operacionalização.


Nestes últimos anos, diversos fatos vêm impondo mudanças de estratégias e de atitudes da comunidade litorânea, a exemplo da aceleração dos efeitos das mudanças climáticas sobre a zona costeira, início da exploração do petróleo pré-sal, intensificação do turismo nas áreas litorâneas, poluição, ocupação desordenada por grandes resorts, obras de infra-estrutura e entre outros.

Os impactos socioambientais desses novos fatos já são visíveis. Elevação do nível do mar, aumento dos eventos climáticos que destroem empreendimentos da linha da costa, a perda alarmante de recursos naturais e inclusive a diminuição da capacidade dos oceanos de realizar o equilíbrio climático do planeta. Entre os efeitos negativos, ainda estão a alteração do regime de ondas, problemas de saúde pública e a quantidade de lixo marinho.


Este cenário, pouco animador, refere-se a uma porção do território brasileiro, considerado Patrimônio Nacional, onde residem em torno de 40 milhões de habitantes. Essa porção do território brasileiro é utilizada para locomoção, turismo, lazer e deve também ser utilizado pela sociedade de forma sustentável, o que não tem sido feito de forma responsável.

A comunidade do surf, sempre presente nesse nosso “playground azul” e adorador da natureza e, particularmente, dos oceanos, deveria se mobilizar para ajudar a defender a zona costeira de interesses econômicos irresponsáveis, que não trazem o verdadeiro desenvolvimento para o povo brasileiro de forma sustentável.

Esse mês, em Ilhéus, acontece o Campeonato Panamericano de Surf (Mahalo Pan Surf Games & Music - de 7 a 14 de novembro, na praia de Batuba, em Olivença), um grande evento que promete revelar talentos incríveis e que estarão preparados para esculpir as melhores ondas. Infelizmente, no Brasil, existe pouco apoio financeiro para a realização desse tipo de evento, e a organização fica à mercê de empresas poluidoras e altamente impactantes. Por trás do apoio de muitas dessas empresas, existe o interesse de posarem de “mocinhos” na foto e perante a comunidade – a principal impactada pela falta de transparência e pelo desenvolvimento econômico a qualquer custo.

A região de Ilhéus, na Bahia, é uma das poucas áreas remanescentes de mata atlântica e apresenta uma zona costeira ainda com informações insuficientes para a conservação da biodiversidade. No entanto, o governo e empresas privadas pretendem trazer para a região uma gigante obra de infra-estrutura, para ser localizada na Ponta da Tulha – o Complexo Intermodal do Porto Sul. Uma parceria pública-privada, orçada em 11 bilhões de reais e que trará prejuízos inestimáveis para o Brasil na área socioambiental.

A Bahia Mineração, principal apoiadora do campeonato, tem interesses na construção do porto para que possa retirar nosso minério de ferro e exportar para Índia, China, Rússia e Cazaquistão.

Se isso não bastasse, a construção de um complexo portuário na região irá afetar as condições costeiras, podendo muito certamente impedir que outros brilhantes campeonatos como este possam ser realizados e tragam nossos ilustres surfistas de mais de 20 países para a nossa exuberante costa brasileira.



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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O espírito do Surf vibra e sofre no Panamericano de Ilhéus



1976. Eu completava dez anos de idade, e ganhei uma prancha de isopor do meu pai. Foi rápido – observando as imagens de surf na televisão, e mesmo dos primeiros surfistas em Morro de São Paulo, aprendi a ficar em pé na pranchinha, do meu tamanho. Com o tempo, fui convivendo tão profundamente com a natureza da costa baiana e brasileira que o surf e a beleza desta costa se revelam hoje para mim, e creio, para tantos surfistas, como duas faces do mesmo santuário. Anos depois, comecei a participar de campeonatos em Valença, pequenas competições na praia do Guaibim. A disputa pelo primeiro lugar movia o coração de muitos surfistas, mas a paz daquele esporte continuaria presente no meu coração, mesmo que o cenário fosse tomado de públicos estranhos, patrocínios e interesses diversos ao esporte.

Novamente assisto a cena - Ilhéus, município localizado no sul da Bahia, será cenário do Pan American Surfing Games, que reunirá, de 7 a 14 de novembro, na Praia de Batuba, em Olivença, competidores de 20 países do continente. A comunicação oficial do evento tem uma estratégia imbutida – promover a imagem de empresas e entidades patrocinadoras, algo absolutamente natural em eventos deste tipo. A diferença deste campeonato é que uma das empresas patrocinadoras é a BAMIN, uma empresa de capital indiano e do Casaquistão (até onde se sabe) que tem foco na exportação de minério de ferro de Caetité - além do altíssimo impacto possível na região da jazida, o negócio se complica porque a idéia da empresa, junto com o governo da Bahia, é de escoar o produto pelas praias limpas da Praia do Norte, mais precisamente a Ponta da Tulha. Importante balneário do povo grapiúna, esta costa ficou famosa em todo o mundo pela altíssima biodiversidade de suas florestas. Milhares de pessoas trabalham hoje nesta região com o turismo, a pesca e a agricultura familiar, a maioria produtores orgânicos. Escolas como o Dendê da Serra e Rosa dos Ventos, ao lado do Parque do Conduru, formam crianças junto com a natureza preservada, ensinando-as o valor do meio ambiente desde as primeiras letras.

A propaganda do evento continua : serão mais de 300 surfistas classificados em seus países de origem através de competições qualificatórias que disputarão, em Ilhéus, o título de “melhor da América” em várias categorias. A BAMIN, pegando carona no surf, quer nos vender a idéia de que a empresa está associada a um esporte movido física e espiritualmente pela natureza, desde os primórdios, na polinésia.


Vale a pena dizer para os surfistas locais e americanos de tantos países que virão para este evento aquilo que a empresa faz questão de omitir – Em busca do lucro da mineração, a empresa poderá comprometer uma área de proteção ambiental – a Lagoa Encantada, e muitos quilômetros de praias poderão ser poluídos com o pó de ferro, além dos impactos da zona portuária em um local atualmente muito preservado. Baleias, tartarugas, golfinhos, corais e uma infinidade de peixes estão já sentindo uma presença estranha nesta costa, com as investidas da Bamin sobre os oceanos, em pesquisas do fundo, tentando mostrar a viabilidade técnica de um mal negócio para Ilhéus – transformar a maravilhosa costa do norte em um pátio de minérios.

Para beneficiar a quem ? Os surfistas de toda a região estarão curiosos, durante o campeonato, para saber quem são os melhores surfistas da América. Nós, do outro lado da mídia, sabemos que o evento tem um outro propósito – melhorar a imagem de uma empresa que quer destruir o encanto do nosso litoral em fração de meses, movidos pelo dinheiro do ferro, litoral que foi feito com muito carinho ao longo de milhões de anos.

Fica a pergunta no meio das ondas de Batuba, em Olivença - a Bamin deve mesmo explorar o ferro de Caetité, mesmo causando tanto impacto para os moradores daquela região ? A sua logística faz sentido pela APA da Lagoa Encantada, destruindo uma das mais belas paisagens do litoral americano ? Enquanto esperarem as ondas, no out side, os atletas ficarão se perguntando o que eles e elas têm a ver com tudo isso. E é óbvio que tem !

Rui Rocha, ambientalista desde 1990, é empreendedor Ashoka e atua no Instituto Floresta Viva, no Sul da Bahia. Natural de Valença, vive em Ilhéus desde 1996. Membro do Conselho de Meio Ambiente de Ilhéus, cidade onde vive com a sua familia, tem criticado desde janeiro de 2008 o projeto da BAMIN no Sul da Bahia, junto com ativistas e profissionais de todo o Brasil. É um dos membros da Rede Sul da Bahia Justa e Sustentável.

Saiba mais:http://www.acaoilheus.org

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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Adiado semináro em Santos/SP


Em virtude de problemas com a estrutura, que garantiria a boa realização do seminário "Surf nas ondas da Sustentabilidade", do programa Surf Sustentável, a atividade que seria realizada durante a etapa santista do Circuito Brasileiro de Long-board foi adiada para o mês de novembro, em data a ser confirmada.

Aloha

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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Programa Surf Sustentável chega ao berço do surf brasileiro


Durante dea etapa santista do circuito brasileiro de Long-board profissional, surfistas vão debater sustentabilida

A Ecosurfi estará realizando durante a etapa do Circuito Natural Art / New Advance de Surf Costa da Mata Atlântica, a terceira edição dos seminários “Surf nas ondas da sustentabilidade”, do programa Surf Sustentável. O programa é uma iniciativa da organização para contribuir com a sensibilização e organização da comunidade do surf sobre a questão ambiental. A idéia tem como proposta inicial a criação de um diálogo entre os surfistas, para a construção da “Aliança dos Surfistas pelo Meio Ambiente”, que será uma rede articulada por surfistas em todo o território nacional.

Nessa primeira fase do programa as ações estão direcionadas para a mobilização da comunidade surf, por meio de ações que promovam o diálogo entre os surfistas com o propósito de catalisar parcerias para o fomento a iniciativas pró-sustentabilidade no universo surf.

Santos como a cidade onde nasceu o surf no Brasil, recebe as atividades durante a terceira etapa do Circuito Brasileiro de Long-Board que será realizada entre os dias 10 e 11 de outubro. O seminário irá trazer em sua programação palestras e dinâmicas para sensibilizar a comunidade do surf, sobre as formas de enfrentar às mudanças socioambientais globais, intensificadas pelo aquecimento do planeta.

O programa carrega em sua base de ação a possibilidade de discutir entre todos os segmentos do esporte, o papel de cada empresa, indivíduo e/ou organização, frente ao atual modelo de desenvolvimento socioeconômico, que vem causando crises, desigualdades e homogenização cultural pelo Planeta e influenciando com implicações negativas a vida dos surfistas pelos litorais de todo o mundo.

O seminário será realizado no dia 10 de outubro das 13h30 às 17h00 horas ao lado do Museu do Surf, end.: Av. da Praia – canal 1 / Emissário Submarino.

As inscrições podem ser feitas através dos telefones: (13) 3426 8138 / (13) 9751 0332 ou enviando: nome, idade, instituição e/ou profissão, telefone e e-mail para surfsustentavel@ecosurfi.org

Sobre a Aliança dos Surfistas pelo Meio Ambiente

Para a construção e implementação das propostas de atividades e ações do programa Surf Sustentável, será criada uma rede, através da formação da Aliança dos Surfistas pelo Meio Ambiente.

A aliança visa o resgate imaterial da plena integração que o surf proporciona com a natureza, demonstrando experiências e vivências, para demandar subsídios que colaborem com a discussão entre os atores do esporte, para uma nova visão, comportamento e práticas sustentáveis, que possam ser incorporadas na agenda de toda a comunidade global do surf.

O Programa Surf Sustentável conta com os parceiros estratégicos: Aliança para um Mundo Plural e Solidário, Global Garbage e com o apoio da Prefeitura Municipal de Ubatuba / Secretaria de Meio Ambiente, AUS - Associação Ubatuba Surf, Rejuma – Rede Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade, Coletivo Jovem de Meio Ambiente – CJ Caiçara, REBEA – Rede Brasileira de Educação Ambiental, REPEA - Rede Paulista de Educação Ambiental, Fórum do Litoral Paulista das Agendas 21, projeto CineSurf, Greenpeace – campanha Oceanos e SOS Mata Atlântica.

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