Surfistas engajados por justiça socioambiental

Ecosurfi representa a comunidade do surfe em Brasilia

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Noite do Surfe pelo Social em Itanhaém

Encontro tem como proposta reunir a comunidade do surfe

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Projeto faz diagnóstico de áreas potenciais para Ecoturismo

Levantamento aponta atrativos em Itanhaém/SP

Projeto faz diagnóstico de áreas potenciais para Ecoturismo Projeto faz diagnóstico de áreas potenciais para Ecoturismo

Ecosurfi encoraja surfistas a discutir Gestão Costeira

Comunidade do surfe cobra mais atenção com as praias

Comunidade do surfe cobra mais atenção com as praias Comunidade do surfe cobra mais atenção com as praias

Profissionais da Escola Ecosurfi passam por “reciclagem”

Curso de Formação e Atualização de Instrutores de Surfe

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Semana do Meio Ambiente debate surfe e sustentabilidade

O seminário vai debater o engajamento dos surfistas

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Ecosurfi “dropa” no Ibirapuera

Projetos que defendem a biodiversidade foram expostos

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Programa de voluntariado da Ecosurfi

Visa criar uma rede para o engajamento público

Visa criar uma rede para o engajamento público Visa criar uma rede para o engajamento público

Instrutores da Escola Ecosurfi recebem treinamento

O objetivo do projeto é ensinar técnicas para resgates no mar

Instrutores da Escola Ecosurfi recebem treinamento do Salva Surfe Instrutores da Escola Ecosurfi recebem treinamento do Salva Surfe

“Onde o mar encontra as pessoas” será lançado na Ecosurfi

Documentário traz o panorama das relações humanas com o mar

“Onde o mar encontra as pessoas” será lançado na Ecosurfi “Onde o mar encontra as pessoas” será lançado na Ecosurfi

Vitória contra o projeto Porto Brasil

Terra Indígena é demarcada e restingas são protegidas

Terra Indígena é demarcada e restingas são protegidas Terra Indígena é demarcada e restingas são protegidas

Viva Mata 2011 vai debater surfe e gestão costeira

Debate tem como foco discutir as zonas costeiras

Debate tem como foco discutir as zonas costeiras Debate tem como foco discutir as zonas costeiras

Ecosurfi atua na criação de área protegida em SP

Decreto oficializa a criação do mosaico de UC,s

Ecosurfi atua na criação de área protegida em SP

Ecosurfi apresenta experiências em redes de educação ambiental


Encontro em Santos-SP deve reunir educadores ambientais e ativistas de todo litoral paulista

A Rede de Educadores Ambientais da Baixada Santista realiza, de hoje, ao dia 27 de abril o IV Encontro de Educação Ambiental da Baixada Santista, com o tema ‘Redes Locais e Políticas Públicas’. O encontro é regional e podem participar educadores ambientais da Região Metropolitana da Baixada Santista, universitários, pesquisadores, gestores públicos e envolvidos na temática ambiental. Desta vez o encontro acontece na Universidade Santa Cecília, em Santos.

Durante o evento os debates tratarão de três eixos temáticos e transversais: Políticas Públicas Municipais de Educação Ambiental, Redes Locais e Ecomercado.

Nesta quinta-feira, a Ecosurfi participa da mesa: Educação Ambiental nas redes locais temáticas. Na oportunidade a organização apresenta ao público as experiências do projeto Rio do Nosso Bairro – Rede de Escolas Cuidando das Águas e do Fórum Brasileiro de Surf e Sustentabilidade.

A mesa vai ser composta pelo gestor de projetos da Ecosurfi, Bruno Pinheiro e o coordenador de articulação institucional, João Malavolta. Segundo Pinheiro, o evento é uma oportunidade de reconectar processos de Educação Ambiental na região.

 “Estaremos apresentando algumas experiências da Ecosurfi no âmbito da articulação em rede, que vão desde uma rede de educadores do ensino público formal e uma rede formada somente por surfistas de todo o litoral brasileiro”, comenta.

Os eixos temáticos abordados no evento terão como objetivos principais o fortalecimento da Rede de Educação Ambiental da Baixada Santista, a construção de políticas públicas e o enraizamento regional da educação ambiental.

REABS – Apresentação

A Rede de Educação Ambiental da Baixada Santista (REABS) foi criada em 2004 por iniciativa dos educadores de parques públicos da região e, desde então, tem ampliado os atores participantes, mobilizados por intermédio de reuniões, encontros e comunicações virtuais (lista de e-mails, portal e redes sociais). Hoje a rede conta com cerca de 400 educadores ambientais.

A REABS já realizou três encontros regionais I Encontro de Educação Ambiental da Baixada Santista (EEABS), em junho de 2006, na Unimonte; a II EEABS, em dezembro de 2006, na Unisantos e a III EEABS, em maio de 2007, em Itanhaém.

Cronograma e programação geral – Sujeito a alterações 

Quinta-feira, 25 de abril de 2013 – Local: UNISANTA
10:00 – 12:00h: Credenciamento e entrega de material/ Início do Ecomapa
12:00 – 13:30h: Almoço / Ecocine
13:30 – 15:15h: Oficinas Autogestionadas (1º Tempo)
15:15 – 15:45h: Intervalo para café
15:45 – 17:30h: Oficinas Autogestionadas (2º Tempo)
SENAC (Av. Conselheiro Nébias)
18:30 – 19:00h: Apresentação Cultural Interativa
19:00 – 19:30h: Abertura Oficial
19:30 – 22:00h: Mesa Redonda I – A EA nas redes locais e temáticas

Sexta-Feira, 26 de abril de 2013. Local: UNISANTA
09:00 – 10:45h: Oficinas Autogestionadas (3º Tempo)
10:45 – 11:15h: Intervalo para café
11:15 – 13:00h: Oficinas Autogestionadas (4º Tempo)
SENAC (Av. Conselheiro Nébias)
13:00 – 14:00h: Almoço
14:00 – 15:30h: Atividades espontâneas / Ecocine
15:30 - 16:00h: Intervalo para café
16:00 – 18:30h: Mesa Redonda 2 – Ecomercado na Baixada Santista
20:00 - 22:00h: Sarau

Sábado, 27 de abril de 2013. Local: UNISANTA
10:00 - 12:30h: Feira de Trocas / Reunião Preparatória do IV EEEA
12:30 - 14:00h: Almoço / Ecocine
14:00 - 18:00h: Espaço Aberto: Políticas Municipais de Educação Ambiental (com intervalo)
Local a ser definido
18:30 - 20:00h: Encerramento
22:00h - Show

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Áreas de Surf Protegidas podem se tornar realidade no Brasil

A proposta foi apresentada aos deputados da Frente Parlamentar Ambientalista   

Fotos: Zeca Ribeiro


Ontem (11), foi protocolado na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMDS) da Câmara Federal em Brasília, o pedido para a criação de uma Política Nacional de Áreas de Surf Protegidas.

A proposta foi apresentada pela ONG Ecosurfi durante o seminário: “25 anos da Constituição Federal e a proteção dos ecossistemas costeiros e marinhos”, organizado pela Frente Parlamentar Ambientalista e Fundação SOS Mata Atlântica.

A necessidade da criação de áreas protegidas especificas para o surf nasce em meio aos retrocessos que a legislação ambiental no país vem enfrentando. Após a aprovação no ano passado das alterações no Código Florestal, toda a zona costeira se tornou um território frágil, que vem recebendo constantes ameaças do modelo desenvolvimentista adotado pelo governo  brasileiro.

O surf é um esporte que atualmente movimenta na economia nacional mais de R$ 2,5 bilhões entre as atividades da sua indústria em diversos seguimentos. A comunidade dos praticantes do esporte está espalhada pelos mais de oito mil quilômetros de costa e atualmente possui praticantes em todas as classes sociais.

Muitas agressões na Zona Costeira e marinha já são visíveis nas praias onde o surf é praticado. Desde a contaminação da água do mar por esgoto e derrames de petróleo; especulação imobiliária e a privatização desses espaços, são exemplos de atividades impactantes.


Um dos principais temas abordado no seminário: “25 anos da Constituição Federal e a proteção dos ecossistemas costeiros e marinhos” foi à criação da “Lei do Mar”. A proposta tem como objetivo a preservação de recursos naturais em 3,5 milhões de km2 de mar, um pedaço de Brasil que a Marinha chama de "Amazônia Azul" e está sem governança, dizem acadêmicos e ambientalistas. A medida protegeria uma faixa imensa de recursos na água, no subsolo e no leito do mar, em uma região entre 12 milhas da costa e 200 milhas. O projeto tem a coautoria de três deputados de partidos diferentes -Sarney Filho (PV-MA), Márcio Macêdo (PT-SE) e Ricardo Tripoli (PSDB-SP).  

Áreas de Surf Protegidas

A iniciativa levada a Brasília pela Ecosurfi, contou com o apoio da ONG Aprender e Fórum Brasileiro de Surf e Sustentabilidade (FBSS) e contribuição da Fundação SOS Mata Atlântica e tem como foco valorizar as praias e ondas onde o surf é praticado, reconhecendo esses espaços como santuários instituidos por legislação própria.

De acordo com o autor da proposta e dirigente da Ecosurfi João Malavolta, “a ideia é criar um instrumento de gestão pelos surfistas e poder público do território costeiro e marinho, com vistas assegurar a conservação dessas regiões em seus aspectos sociais, ambientais, culturais e, sobretudo econômicos. Boas ondas para o surf são ativos ambientais que garantem para as regiões que se inserem nesse contexto o desenvolvimento econômico sustentável por meio de uma pratica não exploratória do meio ambiente, o surf”, argumenta.

Ao término do evento o Deputado Federal Sarney Filho, coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista, recebeu uma cópia da Carta de Responsabilidades dos Surfistas junto com a proposta que pede a criação das Áreas de Surf Protegidas. O parlamentar considerou ser necessária a articulação com esse seguimento social. “Acredito ser muito importante envolver na proposta da “Lei do Mar” todas as populações que utilizam de alguma forma os ecossistemas costeiros e marinhos, inclusive os surfistas”, comentou o Deputado.



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Ecosurfi dropa em Brasília

Evento marca os 25 anos da Constituição Federal e a proteção dos ecossistemas costeiros e marinhos


O ano de 2013 marca os 25 anos da Constituição Federal. Tendo em vista esse marco, e com o objetivo de avaliar de que forma a conservação marinha está amparada na legislação brasileira, será realizado em Brasília o Seminário “25 anos da Constituição Federal e a proteção dos ecossistemas costeiros e marinhos”, no dia 11 de abril (quinta-feira).

O evento será realizado na Câmara dos Deputados (na Praça dos Três Poderes), das 9h30 às 17h, e é coordenado pela Comissão de Meio Ambiente da Câmara, com o apoio da Frente Parlamentar Ambientalista e da Fundação SOS Mata Atlântica.

Representando a comunidade do surf, a Ecosurfi participa do evento e leva a Brasília-DF a proposta defendida pela ONG, que pede ao governo brasileiro a criação de uma Política Nacional de Áreas de Surf Protegidas.

Na ocasião, serão abordados os desafios e lacunas nas políticas públicas para a conservação marinha, com a proposição de uma agenda de trabalho entre os atores envolvidos. O objetivo é ampliar o debate sobre a construção de uma política nacional para a proteção dos oceanos, que incorpore os compromissos assumidos pelo governo brasileiro e demais países na Rio+20, nas variadas esferas governamentais e nos diversos níveis (municipal, estadual e federal), a fim de construir um ambiente favorável à aprovação da Lei Nacional dos Oceanos.

A Constituição Federal Brasileira define desde 1988, em seu artigo 225, que a Zona Costeira, região habitada por quase a metade de população do País, é um Patrimônio Nacional e afirma que sua utilização se dará na forma da lei, “dentro de condições que assegurem a preservação do Meio Ambiente e dos recursos naturais”. Os ecossistemas costeiros e marinhos são de fundamental importância para diversos processos naturais, sendo áreas de reprodução, alimentação e abrigo para várias espécies. Além disso, fornecem uma série de serviços ambientais que favorecem o bem-estar humano, como a proteção da linha de costa, o equilíbrio climático, o conforto térmico, a produção de pescados e o desenvolvimento de atividades de lazer e turismo. A fauna e a flora associadas aos ecossistemas costeiros também representam significativa fonte de alimentos e renda para as populações humanas.

Apesar da relevância ecológica e socioeconômica, os ambientes marinhos e costeiros estão entre os mais ameaçados do País e menos protegidos por acordos, normas e leis e por políticas públicas federais e estaduais.

Confira a programação: 

9h30 às 10h10 – Abertura

• Deputado PENNA, Presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável;
• Deputado SARNEY FILHO, Primeiro-Vice-Presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista;
• Deputado ARNALDO JORDY, Segundo-Vice-Presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável;
• Deputado MÁRCIO MACÊDO, Coordenador do GT Mar da Frente Parlamentar Ambientalista e
• Senhor ROBERTO KLABIN, Presidente da Fundação SOS Mata Atlântica

10h10 às 11h10 – Apresentações Técnicas

• Coordenadora: LEANDRA GONÇALVES, Consultora da Fundação SOS Mata Atlântica.

Tema: Ecossistemas costeiros e marinhos: ameaças e legislação nacional aplicável.
Palestrante: Senhora ILÍDIA JURAS, Consultora Legislativa da Câmara dos Deputados.
Tema: Análise comparada sobre legislação internacional para zona costeira.
Palestrante: Senhor ANDRÉ LIMA, Consultor Ambiental.
Tema: Estudo da arte dos 25 anos de gerenciamento costeiro integrado.
Palestrante: Senhor MAURO FIGUEIREDO DE FIGUEIREDO, Assessor do Departamento de Áreas Protegidas do Ministério do Meio Ambiente.

11h10 às 12h30 - Painel Governamental

• Coordenador: GUILHERME DUTRA, Diretor do Programa Marinho da CI - Conservação Internacional.
Palestrantes:
• Representante do Ministério do Meio Ambiente
• Senhora CLÁUDIA ALVES DE MAGALHÃES, representante do Comitê-Executivo do GI-Gerco - Grupo de Integração do Programa Nacional de Gerenciamento Costeiro
• Senhor AMÉRICO TUNES, Secretário de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura do Ministério da Pesca e Aquicultura
• Capitão-de-Mar-e-Guerra MARISE SILVA CARNEIRO, Subsecretária para o PSRN - Plano Setorial para os Recursos do Mar da Marinha do Brasil

12h30 às 14h – Almoço

14h às 15h – Painel Ciência

• Coordenadora: LEANDRA GONÇALVES, Consultora da Fundação SOS Mata Atlântica.
Palestrantes:
• Senhor MARCUS POLETTE, Professor-Pesquisador da Univale - Universidade Vale do Itajaí;
• Senhor ALEXANDER TURRA, Professor-Pesquisador do Instituto Oceanográfico da USP - Universidade de São Paulo e
• Senhora BEATRICE PADOVANI, Professora-Pesquisadora da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco.

15h às 16h – Painel Sociedade Civil

• Coordenador: ANDRÉ LIMA, Consultor Ambiental
Palestrantes:
• Senhora LEANDRA GONÇALVES, Consultora da Fundação SOS Mata Atlântica;
• Senhor GUILHERME DUTRA, Diretor do Programa Marinho da CI - Conservação Internacional e
• Senhora HELOÍSA DIAS, Coordenadora do Colegiado Mar da Reserva Biosfera.

16h às 17h - Conclusões Finais e Encaminhamentos

Composição da Mesa:

• Deputado ARNALDO JORDY, Segundo-Vice-Presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e
• Senhor ROBERTO KLABIN, Presidente da Fundação SOS Mata Atlântica.

Serviço:
O que: Seminário: 25 anos da Constituição Federal e a Proteção dos Ecossistemas Costeiros e Marinhos.
Data: 11 de abril
Horário: 9h30 às 17h
Local: Plenário 8, do Anexo II, da Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria de Comunicação

SOS Mata Atlântica e Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável - Câmara dos Deputados

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Política Nacional de Áreas de Surf Protegidas.


Nós SURFISTAS pedimos ao governo brasileiro e suas instituições a criação de uma Política Nacional de Áreas de Surf Protegidas. A zona costeira brasileira e suas ondas para o surf estão sob ameaça de um número crescente de atividades que prejudicam o seu equilíbrio ambiental. Essas situações podem destruir ou ter impacto negativo de longo prazo causando prejuízos ecológicos e socioeconômicos em algumas das principais praias e "picos de surf". São sete as principais situações criticas que afetam o litoral e os oceanos diretamente:

➜ Expansão Urbana desordenada na orla das praias;
➜Despeito às comunidades locais e a biodiversidade;
➜ Poluição e contaminação das praias e oceanos por resíduos sólidos e químicos;
➜ Loteamentos em áreas de uso público restringindo o acesso dos surfistas as praias e ondas;
➜ Derramamento de petróleo e seus derivados;
➜ Falta de saneamento básico;
➜ Redes de pesca clandestinas.

Por que isso é importante:

► Por que assinar?

Precisamos da sua ajuda para criar uma "Política Nacional de Áreas de Surf Protegidas" (PNASP).

O objetivo desse abaixo-assinado é alcançar milhares de assinaturas para destacar o valor das praias de surf, dos oceanos e das comunidades de surfistas junto ao Governo Brasileiro na esfera EXECUTIVA e LEGISLATIVA.

A iniciativa foca a criação espaços de debates e participação, que possibilitem meios para constituição e implementação de ÁREAS DE SURF PROTEGIDAS (ASP), instituídas por uma política nacional própria, que reconheça a importância das ondas em seu aspecto cultural, social, econômico e o todo ativo ambiental desse recurso natural para as comunidades litorâneas, servindo como mecanismo de gestão participativa para proteção e conservação do território costeiro e marinho.

As pessoas que participam desse abaixo-assinado acreditam que ondas e as zonas de surf devem ser estudadas como instrumentos para políticas públicas conservacionistas com atribuições e normas especificas.

Ao assinar a proposta para uma “Política Nacional de Áreas de Surf Protegidas (PNASP)”:
"Eu afirmo para o Governo brasileiro e demais setores da sociedade a importância do debate sobre o valor econômico e intrínseco do surf, ondas e oceanos, pedindo meios específicos de proteção desses ambientes únicos e finitos, para as atuais e futuras gerações."

ASSINE AQUI: http://migre.me/e2Y2A

► Política Nacional de Áreas de Surf Protegidas (PNASP)

O litoral brasileiro e suas ondas para o surf estão sob a ameaça de um número crescente de atividades impactantes, no ponto de vista socioambiental, desenvolvidas nessas regiões, que podem destruir ou ter impacto negativo de longo prazo sobre algumas das principais praias de surfe.

O desenvolvimento urbano desenfreado na zona costeira sem o respeito às comunidades locais e a biodiversidade, poluição e contaminação das praias por resíduos sólidos e químicos, aliados a especulação imobiliária, são alguns dos desafios que os surfistas enfrentam diariamente.

Os oceanos são a parte mais importante e vital para o equilíbrio do planeta Terra. Nas praias brasileiras onde existe a prática do surf, as ondas possuem um valor inestimável para a comunidade das “pranchas”. No entanto, o país, atualmente não tem nenhum marco legal regulatório específico para garantir a proteção das praias onde o surf é praticado, ou mesmo, outras iniciativas governamentais para reconhecer o surf como cultura nacional.

O surf tem crescido mundialmente e no Brasil se estabelece no dia-a-dia das pessoas como cultura, esporte, filosofia, além de possuir uma importante indústria, que movimenta bilhões de dólares no mercado nacional. Porém, uma parcela significativa da população ainda percebe o surf como uma sub-cultura, sem valor, e deixam de respeitar plenamente os surfistas ou valorizar suas preocupações e causas, principalmente no campo ambiental, que está relacionado diretamente ao seu estilo de vida.

Os surfistas estão em todas as classes profissionais: advogados, médicos, empresários entre outros. Quem surfa compartilha as ondas com todo o tipo de público. De crianças a terceira idade, de amadores a atletas profissionais. Cidades com boas ondas para o surf garantem economia de base comunitária, o que agrega valor aos produtos que circulam nos mercados locais; impacto positivo na comunidade; diminuição do consumo de recursos naturais; menor pegada ecológica; geração de renda; e conservação da biodiversidade.

► Oceanos e ondas

Os oceanos limpos e com boas ondas são importantes para as comunidades costeiras nos aspectos: econômicos, ambiental, cultural e social.

No Brasil, o litoral de norte a sul já sofre com cenários insustentáveis. Praias como Maresias em São Paulo, Titanzinho no Ceará, Praia do Moçambique em Florianópolis e o Porto de Barra na Bahia, são exemplos de lugares, que já sentem o reflexo do descaso das autoridades no cumprimento das leis ambientais, o que permite severos impactos na qualidade das ondas e da biodiversidade marinha, implicando negativamente no dia-a-dia das populações locais.

Não existe lei específica em todo território nacional para proteger as “zonas de surf”. Segundo o IBGE, 70% da população brasileira reside a menos de 150 km do litoral. Conforme a Agencia Nacional de Águas (ANA) 70% das cidades na costa brasileira não possuem esgoto tratado.

A poluição dos oceanos e praias por resíduos sólidos e químicos vem aumentando drasticamente nos últimos anos. A falta de programas efetivos de reciclagem e conscientização da população contribui para o aumento do problema. Um pedaço de plástico deixado na areia da praia pode contaminar o ambiente por mais de 300 anos. A criação de uma Política Nacional de Áreas de Surf Protegidas surge como necessidade para engajar outros grupos no compromisso com a gestão pública do litoral brasileiro.

► Números do surf

Nos mais de sete mil quilômetros de costa existem três tipos de ondas: fundo de areia (maioria dos picos), fundo de pedra, fundo de coral. Surfistas praticantes já passam de 2,4 milhões, o que coloca o surf como o oitavo esporte no país, ganhando até das artes marciais.

Em uma pesquisa realizada pela consultoria Toledo & Associados, o surf o Brasil movimenta um mercado de R$ bilhões. Só na cidade de São Paulo existe 1,1 milhão de consumidores do segmento, entre simpatizantes e surfistas.

Já na Europa, diversos estudos realizados em praias portuguesas apontam os ganhos econômicos obtidos pelo turismo voltado ao surf, o que gera renda e desenvolvimento sustentável para as comunidades costeiras.

Portanto, a criação de uma Política Nacional de Áreas de Surf Protegidas (PNASP), se faz necessário para assegurar a qualidade das ondas, protegendo e conservando seus ambientes e ecossistemas associados, tendo em vista garantir o futuro do esporte e de sua cultura e filosofia de vida.

► Uma campanha pelos Oceanos

A iniciativa para a criação de uma Política Nacional de Áreas de Surf Protegidas (PNASP), é parte da campanha Defensores dos Oceanos promovida pela ONG Ecosurfi. A proposta visa promover a proteção dos locais onde existe a pratica do surf, reconhecendo os benefícios ambientais, sociais, culturais e econômicos que o esporte promove, além de buscar representar e encorajar a comunidade do surf no aperfeiçoamento dos canais de diálogo junto aos governos, empresas e outros grupos preocupados com as áreas marinhas e costeiras.

A campanha tem como principio a criação de uma coalizão de organizações socioambientais, associações e federações de surf, surf clubes e demais públicos interessados em proteger e conservar as zonas de surf dos impactos ambientais, que comprometem a qualidade das ondas, visando assegurar a todos o acesso às praias e oceanos saudáveis, livres da poluição, como estabelece a Constituição Federal Brasileira em seu Artigo 225 (Meio Ambiente), Capítulo XVII da Agenda 21 (Proteção dos Oceanos e Todos os tipos de Mares) da Organização das Nações Unidas (ONU) e a Carta de Responsabilidade dos Surfistas – Surf 21 (Documento criado durante a Rio+20).

Por fim, a campanha tem como um dos seus eixos de trabalho a criação da Política Nacional de Áreas de Surf Protegidas (PNASP) para ampliar a conscientização sobre a importância das ondas e oceanos entre os surfistas e públicos afins, com vistas a cobrar dos governos o entendimento que as ondas são uma parte importante para o desenvolvimento social de muitas comunidades ao longo do litoral brasileiro.

Para saber mais acesse: www.ecosurfi.org / www.surfustentavel.org
Contato: surfsustentavel@ecosurfi.org

PROTEGER OS OCEANOS É DA MINHA NATUREZA - Ecosurfi

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